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Notícias

29-07-2011
Curadores da Terra reunem-se com o Secretário do Meio Ambiente Bruno Covas
Nesta quinta-feira 22/09, o Secretário do Meio Ambiente Bruno Covas recebeu em seu gabinete Sérgio...
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14-07-2011
Curadores da Terra levam aos EUA a proposta LIXO ZERO e USINAS LIMPAS
por Karine Rodrigues, jornalista do Portal da RTS 15/04/2011 - Lixo é construção. Eis...
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14-07-2011
Sérgio Prado é homenageado na Assembléia Legislativa no Dia do Meio Ambiente
(08/06/2011 - 17:14) O dia do Meio Ambiente f...
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14-07-2011
Curators of the Eath represents Brazil on Sustainable Urban Housing in the Americas
By 2050, three out of four people in the world will live in cities, as millions continue to stre...
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Conheça a ONG Verdever

 

A Associação Verdever é uma sociedade civil de caráter social e educacional que visa criar, viabilizar e executar projetos de preservação do meio ambiente, abordando temáticas técnicas, culturais, construtivas e educacionais. Sua metodologia é holística, seu objetivo ecológico. 

Fundada em 18 de Fevereiro de 1992, os primeiros projetos foram, no quesito Água, a construção do Veleiro ecológico Naga, de 42”, capacitado a atuar nos 8 / 9.000 quilômetros da Costa Atlântica do país. A proposta se estrutura com o nome de Brasil Águas Limpas e tem apoio do cantor e ambientalista Gilberto Gil, então Presidente da Ong Onda Azul. Em 1995 o Veleiro Naga foi levado para o INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, junto ao qual firmamos convênio de monitoramento ambiental para a Costa Atlântica e desenvolvimento de projetos educacionais nas escolas.

No quesito Terra, em 1994, registramos nossa primeira patente denominada “construções vivas”. De 1996 a 1998 foram desenvolvidos testes de construções sustentáveis. Foi quando o Governador do Distrito Federal, Cristóvam Buarque, nos convida a realizar algumas instalações, entre as quais, um Viveiro (com 20.000 PETs) na Esplanada dos Ministérios, que ficou ali exposta de Maio a Dezembro de 1998. Paralelamente, propusemos para o Senado a elaboração de uma lei que se transformou  na PL 269/99, intitulada Brasil Águas Limpas, votada por maioria absoluta e em caráter definitivo pelo Senado, que “estabelece normas para a destinação final de garrafas e outras embalagens plásticas” (inserindo aviso tipo: não me jogue fora, eu sou útil para construções). Esta lei, devidamente aprovada por maioria absoluta e em caráter definitivo pelo Senado, deu base (entre outras) para a atual Política Nacional dos Resíduos Sólidos, fortalecendo o conceito “Responsabilidade Reversa”, promulgada pelo Ex-Presidente Lula em 2010.  

Em 1998 construímos uma primeira casa, em taipa de pilão em sítio em Conchas, SP, ainda com desenho inspirado nas antigas casas bandeiristas.  

No ano 2000, nossa proposta – Arquitetura Sustentável – foi apresentada em Auroville, Índia, no mais importante Centro de Tecnologias Alternativas do Oriente (UNESCO), recebendo total apoio e interesse. 

De 2001 a 2002 construímos casas populares em São Paulo, integralmente feitas com resíduos plásticos e iniciamos contatos com a Caixa Econômica Federal para o desenvolvimento dessas propostas em âmbito nacional. Neste período, o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e Instituto Nacional da Propriedade Industrial outorgou-nos o uso do nome CURADORES DA TERRA para “atender e criar para as mais diferentes faixas etárias, métodos e sistemas educacionais, capazes de reverter a atualidade entrópica onde e quando esta for encontrada, promover e incentivar pesquisas nas áreas ecológicas e culturais....”

Ainda em 2002 fomos a Kassel, em viagem de estudos, onde visitamos o Laboratório de Estudos com Terra Crua – ali o Professor Catedrático Gernot Minke trabalha com alunos em diversas experiências e tecnologias de uso da terra crua como material sustentável e ecologicamente correto. O canteiro de obras é extenso e diversificado e já gerou livros de conhecimento específico para o mundo acadêmico formal.  

Nesse momento, unimos os dois sistemas – uso da terra crua para paredes estruturais de taipa de pilão, re-uso de garrafas pet para vedação e reaproveitamento de todos os resíduos amalgamados com PU vegetal para a confecção de elementos construtivos limpos, qual nova BIOECONOMIA PRAGMÁTICA. Os orgânicos são secos nos RAD’s e transformados em biomassa bioestabilizada – e usados como energia, adubo ou juntados com os outros recicláveis para a confecção de materiais de construção.

Nestes anos, firmamos parcerias com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP,  Universidade Tiradentes de Sergipe e Fatec. Também iniciamos conversações com várias Prefeituras como Ubatuba, Brasília, Maricá, onde propomos instalações de Usinas Limpas, totalmente de acordo com a Política Nacional dos Resíduos Sólidos. Fortalecer a prática social com as comunidades alavanca o desafio de formular novas políticas públicas.

Em 2005 criamos nova patente que aborda o reaproveitamento total de todos os resíduos plásticos, orgânicos e minerais em construções sustentáveis. O escopo é atingir um patamar de LIXO ZERO, ARQUITETURA SUSTENTÁVEL, ENERGIA REONVÁVEL a ser disseminado por todos os países. 

Nossas criações se espalham agora em várias comunidades litorâneas, capacitando os protagonistas locais – implantações de casas sustentáveis, Centros Comunitários, Templos, Eco-Vilas – construções sólidas, resistentes, ambientalmente corretas. 

Em Abril de 2011, ganhamos o Concurso Internacional Ashoka / Fundação Rockfeller – Sustainable Urban Housing – proposta de casa ideal modelo a ser replicada em toda a América do Sul, Central e Caribe, e levada ao Summit of Americas e Rio +20, ambas em 2012.

 

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